terça-feira, 7 de abril de 2015

Iracema.

O lábio do guerreiro suspirou mais uma vez o doce nome, e soluçou, como se chamara outro lábio amante. Iracema sentiu que sua alma se escapava para embeber-se no ósculo ardente. 

A fronte reclinara, e a flor do sorriso expandia-se como o nenúfar ao beijo do sol.

Iracema, José de Alencar.

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